segunda-feira, 28 de julho de 2014



Jovem, bonita e bem sucedida. Essa é Julia Faria. Aos 27 anos, a atriz é referência de estilo e é considerada uma das principais it-girls brasileiras, influenciando o estilo de muitas mulheres e sendo disputada por marcas como garota propaganda.

Formada em jornalismo, possui pós em Artes Cênicas e mestrado em acting na New York Film Academy. Encontrou-se e passou a amar moda ao estagiar na revista Capricho e tem, também, em seu currículo Vogue RG e figurino e produção de moda para a MTV. 

Ao mesmo tempo em que trabalhava como atriz, seu lado it-girl crescia conforme o número de seus seguidores no Instagram e no Twitter. Nesse momento transformar o prazer em trabalho pareceu a ideia certa e, em 2012, seu site entrou no ar. Nele é possível encontrar um mini diário da vida de Julia. Ou como ela mesma diz: "imprimir lifestyle... tudo com bossa... Arte, arte, arte! Em todos os sentidos!"



Mesmo afirmando ser versátil e montar suas produções de acordo com o dia, seu estado de espírito e a cidade em que está, Julia é uma mulher Boho. Declaradamente hipponga, seu estilo atual é uma evolução da sua origem conforme entrava em contato com a moda. Sempre impecável, garimpa pelo mundo peças e as mescla com as últimas tendências das passarelas e de mercado (sim, ela ama uma fast fashion), provando que consegue extrair o melhor da moda para a sua personalidade.



Como uma boa boa adepta do Boho, Julia Faria está sempre com acessórios! Investindo no efeito camadas, cria mixes com muitas peças. Ela aposta em colares e mãos cheias de anéis e pulseiras, que convivem em harmonia perfeita. Das duas uma: ou o mix é formado por muitas peças delicadas ou, no caso de um statement, é balanceado com outras mais discretas. E para ocasiões mais formais, o handmade é trocado por ligas metálicas e brilhos, como nas pulseiras italianas e brincos de pedras preciosas. Além disso, franjas... muitas franjas... para dar movimento.

Hoje nossa seleção é inspirada nela. Um boho jovem, casual e cool, com muita graça e modernidade!





































sexta-feira, 25 de julho de 2014


Um luxo dark. A alta costura cria uma nova mulher gótica: deixando o exagero de lado, ela passa a ser feminina e leve mas sem perder o efeito dramático. O "sinistro" e o chique se encontram e passam a ser atemporais, principalmente para as mulheres que não abrem mão de usar preto no verão e para as que gostam do inesperado. Tudo se resume a atitude!

O romance é encontrado nos detalhes: bordados, rendas e transparências, além de transbordar feminilidade, ajudam na ventilação do corpo. Para os dias quentes a solução é acabar o efeito camada e escolher apenas alguns elementos do estilo gótico. 




se você quiser um tom contemporâneo, fugindo um pouco do clássico existem duas possibilidades: Misturar elementos geométricos e adicionar cor. É importante que se entenda que o gótico não se resume ao preto, principalmente no verão. Roxos, vermelhos e rosas escuros transmitem a mesma vibração, lembrando às outras pessoas que você é mais que um borrão preto. Nesse caso, a ousadia é amplificada. Para os acessórios, o preto poderoso do ônix ganha textura com o prata envelhecido, fazendo um tom sobre tom, ou cria um alto contraste quando combinado com o dourado. 




quinta-feira, 24 de julho de 2014















Tradição, estilo e beleza... muita beleza! Talvez essas sejam as primeiras palavras quando pensamos nos Jardins Persas. Ao mesmo tempo em que se fecharmos os olhos e viajarmos mentalmente, seremos capazes de nos sentir vagar por seus perfumados labirintos. 

Nada é capaz de inspirar tanto os homens com esperança como a Mãe Natureza e não existe melhor lugar para que ela se apresente em todo o seu esplendor do que na mente humana. Essa é exatamente a visão de mundo que a cultura persa possui: nela, homem e natureza não se separam. Ensinamentos islâmicos consideram a natureza um leito de sinais que mostram o poder do criador do mundo sendo uma fonte de meditação e admiração. E nada mais justo, como homenagem, a criação de santuários onde as duas forças criativas possam se fundir, em que elementos naturais e artificiais são combinados de forma a criar um efeito único, capaz de influenciar e levar à reflexão sobre conceitos artísticos, filosóficos, simbólicos e religiosos.



A tradição e filosofia do estilo tem influência na Andaluzia e na Índia. Concebido para simbolizar o Éden (ou Paraíso na Terra), os jardins têm dois elementos principais: a água e o sol. O primeiro é responsável pela irrigação de toda a terra, enquanto o segundo auxilia no planejamento da estrutura, de forma a escolher as melhores plantas de acordo com incidência da luz na terra. Divididos em quatro setores de ângulos retos e proporções geométricas, os Chahar Bagh, representam o céu, a terra, a água e as plantas. 

Existe uma variedade nos projetos: mesmo mantendo seus princípios nas raízes nos tempos de Ciro, o Grande, do século 6 a.C, houve a necessidade de adaptação aos diferentes climas e espaços aonde são montados. Seu perfeito design deve-se ao estudo em diversos campos como a tecnologia, a arquitetura e a agricultura, tendo em vista pontos como a perspectiva, a geometria retangular e murada delimitando espaços, a simetria como a forma mais completa de equilíbrio e a centralização de estruturas espiritualizadas. 


Os jardins persas são um símbolo de esperança no meio do constante estado nervoso do homem na terra, sendo lugares em que é possível se ter esperança e retornar a um ponto inicial, calmo e longe dos problemas mundanos, estando em contato com o eu interior.